Que tipo de influência o laudo psicológico exerce sobre a decisão judicial?

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Que tipo de influência o laudo psicológico exerce sobre a decisão judicial?

 

Salve concurseir@!

Não sei se você sabe, mas muitos Tribunais de Justiça estão realizando Concurso Público para a contratação de psicólogos. O Tribunal de Justiça do Paraná e de São Paulo publicou edital de concurso público, com várias vagas para área de Psicologia!
 

Fique atent@!
 

Além desses, o Concurso do Tribunal de Justiça de Pernambuco em breve será publicado.

O TJ-SP publicou recentemente seu edital com 74 vagas para psicólogos! Mas não se preocupe, no final deste artigo vou trazer informações importantes sobre este concurso!

Mas antes, quero conversar com você sobre a influência do laudo psicológico para as decisões judiciais. Este tema é cobrado em muitos editais de Concursos de Tribunais de Justiça. Ou seja, é muito importante você ter este conhecimento.

Venha comigo!


Antes de falar da influência do laudo psicológico para a justiça é importante você saber como a Psicologia se inseriu na área jurídica.

Essa inserção, segundo as informações do Manual de Psicologia Jurídica de 1932, originou-se a partir da Medicina Legal, que inicialmente proporcionou o elo entre a Psicologia e o Direito Penal.

A partir daí, a Psicologia ganhou asas e ampliou seus horizontes na Justiça.

E como é a atuação do psicólogo nos Tribunais de Justiça? 

Existem vários setores nestes órgãos e o psicólogo atua em muitos deles: Departamento de inquérito e Polícia Judiciária (DIPO), Varas cíveis, Varas de Família etc.

 

Mas neste texto vou focar na atuação do psicólogo nas Varas de Família!

Este profissional atua neste setor como psicólogo perito, desenvolve laudo, parecer, avaliação psicológica e outros documentos, que constam as informações colhidas sobre os casos acompanhados. Após, o psicólogo apresenta esses subsídios ao juiz para que este compreenda, mais detalhadamente, os fatos do litígio.

Os informes descritos pelo psicólogo nestes documentos são baseados em seu conhecimento técnico e/ou científico.

Caso o psicólogo realize uma avaliação psicológica do caso, o conteúdo analisado deve ser configurado para relatório, mais especificamente, laudo pericial. Este documento deve ser anexado ao processo e encaminhado ao juiz, com o objetivo de passar informações mais detalhadas e precisas, antes do juiz bater o martelo sobre a causa.

Como você pode observar, a atuação do psicólogo nos Tribunais de Justiça é fundamental, porque sua prática contribui na decisão processual do juiz.

Mas quando o psicólogo é solicitado para realizar a perícia e os documentos de provas?

Em várias situações este profissional é convocado: na guarda de menores, regulamentação de visitas, busca e apreensão, divórcio, separação litigiosa, inquérito policial, danos morais e psicológicos, interdição e alimentos etc.

Sobre a prática pericial, o psicólogo tem total liberdade para escolher como vai conduzir sua investigação. Normalmente, ele utiliza técnicas baseadas em seu referencial teórico de orientação técnica profissional.

 

Portanto, quando você entrar no Tribunal de Justiça, você vai ter liberdade para conduzir sua atuação.

 

Gostou das atividades desenvolvidas pelo psicólogo nos tribunais?

Você deseja ser aprovado no concurso público do Tribunal de Justiça e receber um salário superior a 6 mil reais?

 

Como eu disse no início deste texto, o TJ-SP publicou edital de Concurso Público, com 74 vagas para psicólogo e as inscrições já estão abertas!

Essa é sua grande oportunidade, mas para isso você precisa começar sua preparação!

 

Não se preocupe, porque preparamos um curso específico para o concurso do TJ-SP, focado em aprovação!

Diante de tantas oportunidades, resta apenas a sua dedicação para garantir uma vaga.

 

Acesse nosso site com a página exclusiva do concurso TJ-SP 2017:  www.concursospsicologia.com/tjsp2017
Saiba tudo através deste link!

 

Fique sempre por aqui!

Abraços.laugh

 

Larissa Santana

Assistente Editorial | Concursos PSI
Graduada em Psicologia | UNEB
www.concursospsicologia.com

 

Fonte: SHINE, Sidney. Avaliação psicológica e lei: Adoção, vitimização, separação conjugal, dano psíquico e outros temas. – São Paulo: Casa do psicólogo, 2005. – (coleção psicologia jurídica).

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