Vício em tecnologia requer tratamento com terapia e remédios

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Com qual frequência você sente um desejo incontrolável de checar as redes sociais no celular? Consegue ficar tranquilo por um dia inteiro sem acessar a internet? Começa ou termina o dia sempre com o smartphone na mão para dar uma 'olhadinha' no que está 'acontecendo no mundo'? Está achando que é bobagem? Confira abaixo essa matéria que apresenta dados alarmantes !

 

REPOST – FONTE: G1 (confira)

 

Vício em tecnologia requer tratamento com terapia e remédios 

 

"O vício digital é um problema crescente e preocupante. Países como China, Japão e Coreia do Sul já reconhecem a patologia como um problema de saúde pública, como mostra o GloboNews Especial. No Brasil, existem institutos voltados para a desintoxicação digital – necessária quando o uso é abusivo dependente. Ou seja, quando ele gera prejuízo na vida real. O vício em tecnologia requer tratamento com terapia e remédios.

A dependência digital pode levar ao vício em drogas. Os psiquiatras explicam que é muito comum o dependente químico ter uma interação maior com o mundo virtual.

Um estudo realizado por um instituto americano apontou que o número de pessoas viciadas em smartphones cresceu quase 60% entre 2014 e 2015. Se antes eram 176 milhões de viciados, agora são 280 milhões de pessoas.

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O programa mostra ainda o desafio de controlar toda uma geração que está crescendo grudada em tablets e celulares. Quem deveria dar limites ainda está aprendendo a lidar com as novas tecnologias. Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados prevê a proibição do uso dos celulares nas salas de aula de todo o Brasil. Por enquanto, quem dita as regras são os pais e as escolas. 

A dependência digital já é considerada um transtorno mental. As pessoas que ficam muito ansiosas ou angustiadas quando estão longe dos celulares podem sofrer de nomofobia, um distúrbio que atrapalha a vida social, o desempenho no trabalho e pode até provocar acidentes graves. O Instituto Delete, no Rio de Janeiro, é o primeiro a tratar pessoas dependentes de internet.

O departamento americano, equivalente ao conselho nacional de trânsito constatou: 1 em cada quatro acidentes no país envolve o uso de celular. A atenção do motorista cai pela metade. E gravar mensagem de áudio em vez de digitar não reduz o perigo.

'Quase 80 % dos jovens checam suas redes sociais antes de dormir. A vida virtual está ocupando um espaço que as relações de carne e osso deveriam ocupar. E isso é muito ruim', explica o psiquiatra da PUC Cristiano Nabuco. Ele defende que o primeiro contato com o mundo digital não deve acontecer antes dos 2 anos de idade.

O neurologista Luciano Ribeiro, da Associação Brasileira do Sono, destaca que o uso exagerado de smartphones e tablets prejudica a qualidade do sono, o que leva a problemas cardiovasculares, doenças endócrinas, como diabetes e obesidade, além de problemas emocionais, mentais e envelhecimento precoce.

 

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